A Biblioteca junta-se à iniciativa da turma do 4.º C que participou no concurso de desenho promovido pelo Centro de Paralisia Cerebral, no âmbito das comemorações do Dia Nacional da Paralisia Cerebral.
O dia Nacional da Paralisia Cerebral, que teve lugar no passado dia 20 de outubro, apresenta como objetivo sensibilizar e consciencializar as pessoas para esta temática.
Para nós, estas experiências são gratificantes pois permitem a construção de uma Escola cada vez mais inclusiva onde todos os alunos podem aprender juntos, independentemente das suas limitações ou incapacidades.
Bem hajam os alunos do 4.º C que trabalharam e refletiram sobre as questões inclusivas, de cidadania e de direitos humanos.
Aqui fica o registo desta atividade que contou com o empenho dos alunos e das professoras que orientaram e dinamizaram todo o processo.
A equipa da Biblioteca Escolar felicita a iniciativa!
No passado dia 19 de outubro tivemos o prazer de receber na nossa biblioteca o escritor e ilustrador Pedro Leitão.
O encontro foi cuidadosamente preparado e, todos os alunos do 1.º ciclo tomaram contacto com as obras do autor, fizeram a sua biografia e produziram trabalhos e desenhos alusivos.
O autor apresentou alguns dos seus livros, através de uma apresentação dinâmica e interativa, dando a conhecer as suas personagens e as aventuras desta família tão divertida e muito expressiva.
Lembramos que as aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho são bandas-desenhadas dedicadas à infância e cada um contempla uma cor. O nono livro dedica-se ao branco e todos os títulos anteriores a uma cor diferente: A viagem no Carro Encarnado; O Leitão Azul; A Praia da Rocha Amarela; O Super Leitão Cor de laranja; Os Artistas da Almofadinha Verde; O Regresso ao Castelo Violeta; O Capitão Barrigudo Castanho e A Famosa Escola Cor-de-Rosa.
Não faltou o momento dos autógrafos ...
No final, o autor presenteou-nos com uma maravilhosa ilustração que ficará no painel da biblioteca escolar.
Obrigada a todos os que participaram nesta maravilhosa aventura!
Os livros desta coleção foram oferecidos à Biblioteca Escolar.
O Terramoto de 1755, ocorreu no
dia 1 de novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de
Lisboa, especialmente na zona da Baixa, e atingindo ainda grande parte do
litoral do Algarve e Setúbal.
https://goo.gl/LwcV4n
O sismo foi seguido de um maremoto - que se crê
tenha atingido a altura de 20 metros - e de numerosos incêndios, tendo feito
certamente mais de 10 mil mortos (há quem aponte muitos mais). Foi um dos
sismos mais mortíferos da história, marcando o que alguns historiadores chamam
a pré-história da Europa Moderna. Os sismólogos estimam que o sismo de 1755
atingiu magnitudes entre 8,7 a 9 na escala de Richter.
https://goo.gl/gwT0s3
O terramoto de Lisboa teve um
enorme impacto político e socioeconómico na sociedade portuguesa do século
XVIII.
O Marquês de Pombal encarregou um grupo de engenheiros
portugueses e estrangeiros de traçar o novo perfil da cidade de Lisboa.
Em vez de reconstruir a cidade utilizando as velhas ruas como
referência, foram traçadas novas ruas e praças que permitiriam, em caso de novo
terramoto, pontos de fuga e de concentração da população.
https://goo.gl/taL0ii
Depois do 1.º de novembro, a eficácia da resposta do Marquês de Pombal (cujo título lhe foi atribuído em 1770) garantiu-lhe um maior poder e influência perante o rei, que também aproveitou para reforçar o seu poder e consolidar o Absolutismo.
Muito se fala do dia das Bruxas ou do Halloween, predominante nos países anglo-saxónicos, em que as crianças batem às portas pedindo treat or tricks (doces ou travessuras) mas em Portugal temos uma tradição muito semelhante e antiga: o Pão por Deus.
Em Portugal no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta. O dia de pão-por-deus, ou dia de todos os fíeis defuntos, era o dia em que se repartia muito pão cozido pelos pobres.
Quando pedem o pão-por-deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.
Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo feitos com base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São chamados "Santorinhos".
São vários os versos para pedir o Pão por Deus:
Ó tia, dá Pão-por-Deus?
Se o não tem Dê-lho Deus!.
Ou então:
Pão por Deus,
Fiel de Deus,
Bolinho no saco,
Andai com Deus.
Podem ainda ver e ouvir o grupo Galo Gordo na canção Pão por Deus:
Esta atividade, pedir o pão por Deus é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir "pão-por-deus" nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.
Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações, e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.