segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Dar Cor à Paralisia cerebral

A Biblioteca junta-se à iniciativa da turma do 4.º C que participou no concurso de desenho promovido pelo Centro de Paralisia Cerebral, no âmbito das comemorações do Dia Nacional da Paralisia Cerebral.
O dia Nacional da Paralisia Cerebral, que teve lugar no passado dia 20 de outubro, apresenta como objetivo sensibilizar e consciencializar as pessoas para esta temática.
Para nós, estas experiências são gratificantes pois permitem a construção de uma Escola cada vez mais inclusiva onde todos os alunos podem aprender juntos, independentemente das suas limitações ou incapacidades. 
Bem hajam os alunos do 4.º C que trabalharam e refletiram sobre as questões inclusivas, de cidadania e de direitos humanos.

Aqui fica o registo desta atividade que contou com o empenho dos alunos e das professoras que orientaram e dinamizaram todo o processo.



A equipa da Biblioteca Escolar felicita a iniciativa!

Alguns trabalhos dos alunos no Encontro com o autor Pedro Leitão

Deixamos aqui algumas produções dos  alunos aquando do encontro com o escritor e ilustrador Pedro Leitão.

Com a participação de todas as turmas do 1.º ciclo:

Desenho individual dos alunos sobre uma das obras / personagens dos livros

Com a participação das turmas:
Trabalhos coletivos

Turma do 2.º B

Turma do 2.º D

Turma do 3.º B

Turma do 3.º D

Turma do 4.º A

Turma do 4.º B

Turma do 4.º C


A Equipa da Biblioteca Escolar agradece o empenho e a participação de Todos!

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Vinda do escritor e ilustrador Pedro Leitão

No passado dia 19 de outubro tivemos o prazer de receber na nossa biblioteca o escritor e ilustrador Pedro Leitão.
O encontro foi cuidadosamente preparado e, todos os alunos do 1.º ciclo tomaram contacto com as  obras do autor, fizeram a sua biografia e produziram trabalhos e desenhos alusivos.





 O autor apresentou alguns dos seus livros, através de uma apresentação dinâmica e interativa, dando a conhecer as suas personagens e as aventuras desta família tão divertida e muito expressiva.


 Lembramos que as aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho são bandas-desenhadas dedicadas à infância e cada um contempla uma cor. O nono livro dedica-se ao branco e todos os títulos anteriores a uma cor diferente: A viagem no Carro Encarnado; O Leitão Azul; A Praia da Rocha Amarela; O Super Leitão Cor de laranja; Os Artistas da Almofadinha Verde; O Regresso ao Castelo Violeta; O Capitão Barrigudo Castanho e A Famosa Escola Cor-de-Rosa.




  Não faltou o momento dos autógrafos ...


No final, o autor presenteou-nos com uma maravilhosa ilustração que ficará no painel da biblioteca escolar.



Obrigada a todos os que participaram nesta maravilhosa aventura!

Os livros desta coleção foram oferecidos à Biblioteca Escolar.

A Equipa da Biblioteca Escolar agradece!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

O Terramoto de 1755

O Terramoto de 1755, ocorreu no dia 1 de novembro de 1755, resultando na destruição quase completa da cidade de Lisboa, especialmente na zona da Baixa, e atingindo ainda grande parte do litoral do Algarve e Setúbal. 


https://goo.gl/LwcV4n

O sismo foi seguido de um maremoto - que se crê tenha atingido a altura de 20 metros - e de numerosos incêndios, tendo feito certamente mais de 10 mil mortos (há quem aponte muitos mais). Foi um dos sismos mais mortíferos da história, marcando o que alguns historiadores chamam a pré-história da Europa Moderna. Os sismólogos estimam que o sismo de 1755 atingiu magnitudes entre 8,7 a 9 na escala de Richter.


https://goo.gl/gwT0s3

O terramoto de Lisboa teve um enorme impacto político e socioeconómico na sociedade portuguesa do século XVIII.
O Marquês de Pombal encarregou um grupo de engenheiros portugueses e estrangeiros de traçar o novo perfil da cidade de Lisboa.
Em vez de reconstruir a cidade utilizando as velhas ruas como referência, foram traçadas novas ruas e praças que permitiriam, em caso de novo terramoto, pontos de fuga e de concentração da população.

https://goo.gl/taL0ii

Depois do 1.º de novembro, a eficácia da resposta do Marquês de Pombal (cujo título lhe foi atribuído em 1770) garantiu-lhe um maior poder e influência perante o rei, que também aproveitou para reforçar o seu poder e consolidar o Absolutismo.

Poderás ainda consultar outras fontes com mais detalhes, nomeadamente:

O blogue "Cantinhos virtuais... Aprendizagens reais! (HGP)"
 http://aprenderhgp2ciclo.blogspot.pt/2016/11/1-de-novembro-de-1755-terramoto_1.html

O site junior:
 http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?P=Portugal&ID=807
 A Equipa da Biblioteca Escolar

1 de novembro

Muito se fala do dia das Bruxas ou do Halloween, predominante nos países anglo-saxónicos, em que as crianças batem às portas pedindo treat or tricks (doces ou travessuras) mas em Portugal temos uma tradição muito semelhante e antiga: o Pão por Deus.

Em Portugal no dia 1 de Novembro, Dia de Todos-os-Santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão-por-Deus (ou o bolinho) de porta em porta. O dia de pão-por-deus, ou dia de todos os fíeis defuntos, era o dia em que se repartia muito pão cozido pelos pobres.

Quando pedem o pão-por-deus, as crianças recitam versos e recebem como oferenda pão, broas, bolos, romãs e frutos secos, nozes, tremoços, amêndoas ou castanhas, que colocam dentro dos seus sacos de pano, de retalhos ou de borlas.

Em algumas povoações da zona centro e estremadura chama-se a este dia o ‘Dia dos Bolinhos’ ou ‘Dia do Bolinho’. Os bolinhos típicos são especialmente confecionados para este dia, sendo feitos com base de farinha e erva doce com mel (noutros locais leva batata doce e abóbora) e frutos secos como passas e nozes. São chamados "Santorinhos".

São vários os versos para pedir o Pão por Deus:

Ó tia, dá Pão-por-Deus?

Se o não tem Dê-lho Deus!.

Ou então:

Pão por Deus,

Fiel de Deus,

Bolinho no saco,

Andai com Deus.

Podem ainda ver e ouvir o grupo Galo Gordo na canção Pão por Deus:



Esta atividade, pedir o pão por Deus é também realizada nos arredores de Lisboa. Antigamente relembrava a algumas pessoas o que aconteceu no dia 1 de Novembro de 1755, aquando do terramoto de Lisboa, em que as pessoas que viram todos os seus bens serem destruídos na catástrofe, tiveram que pedir "pão-por-deus" nas localidades vizinhas que não tinham sofrido danos.

Com o passar do tempo, o Pão por Deus sofreu algumas alterações, e os meninos que batem de porta em porta podem receber dinheiro, rebuçados ou chocolates.

Fonte: Wikipedia